Como o clima afeta a saúde no Amazonas

Uma sequência guiada pelos achados do painel. São três cenas — o clima que muda, a seca que vira fumaça e a saúde que sente — e cada uma abre com o número que existe para mostrar. Nenhum número desta página foi digitado: a manchete de cada cena sai do dado que a própria cena desenha.

Cena 1 — o clima já mudou

A anomalia é a média anual menos a base de referência. O sinal não está só na média: a cota mínima anual do Rio Negro, medida na régua do Porto de Manaus, mostra o outro lado do mesmo regime.

Cena 2 — a seca vira fumaça

A faixa cinza em torno da linha é a variação dentro do ano. A média dos últimos oito anos com dado de satélite ( µg/m³) é % maior que a dos oito primeiros ( µg/m³) — mas a série termina em , e é isso que ela é.

Cena 3 — a saúde sente

Entre e a taxa de internação do estado passou de para por 100 mil (%). A série para antes da virada de base do CIHA: uma taxa sobre uma janela que atravessa a mudança somaria unidades diferentes.

Anos com algum mês-município acima de 30 °C: — todos fora da janela de pandemia, que é justamente por que ela pôde ser excluída sem mover a barra quente.

O que esta sequência não diz

Ela mostra o padrão no tempo e entre municípios; não estima risco nem afirma que um fator causou um desfecho. As séries não terminam no mesmo mês — PM₂.₅ em , mortalidade em , internações em , seca em — e cada gráfico carrega a própria janela. Para o detalhe de cada tema, siga a página própria na navegação.