Um município de cada vez, sempre ao lado da referência do estado. A pergunta que organiza a página é
simples e incômoda: este município atende a própria gente, ou manda embora? Por isso a mobilidade
para tratamento não é um apêndice — é o bloco que diz onde o leito que falta aparece no mapa. Todos
os municípios do estado saem do artefato de uma vez; a página escolhe um.
O contorno vermelho é o município escolhido. A cor é a taxa média anual por 100 mil entre
e — a mesma conta da manchete, para o mapa e a ficha não contarem duas histórias.
A média dos municípios do estado é internações por 100 mil por ano, e a
taxa do estado é : as duas são ditas porque são coisas diferentes — a primeira é o
município típico, a segunda soma a população de todos.
As cinco primeiras linhas valem para a janela de internação (–) e para o PM₂.₅
municipal; as cinco seguintes são o retrato do Censo — um ano só, decenal,
e a mediana do estado é a dos municípios, não a da população. Os mesmos indicadores aparecem no bloco
de determinantes, mais abaixo, com a leitura.
Em , % das internações de residentes de
aconteceram em outro município ( de ). A leitura é de OFERTA e
GEOGRAFIA, nunca de qualidade: quem tem leito recebe. A partição por residência é o que impede contar
o mesmo evento duas vezes — a mesma internação não aparece na conta do município de origem e na do
município que atendeu.
O cubo cobre – nesta página. Ele começa em 1991 no artefato, e a página corta
em : nos primeiros anos o denominador de um município pequeno é de uma ou duas
internações, e a fatia oscila entre 0% e 100% por ruído de contagem.
A série de internações e a de clima param no mesmo lugar, : em 2025-06 a base de
contagem do CIHA muda e uma taxa sobre janela que atravessa a virada somaria unidades diferentes. O
PM₂.₅ é estimativa de satélite e modelo (a série dele termina antes, em ),
enquanto internações e óbitos são registro administrativo, medido.
Saneamento e escolaridade são o que sobra quando o clima muda: eles decidem quem adoece primeiro.
A distância é contra a mediana dos municípios do estado — nunca contra a média, que um município
grande puxa. E é distância relativa: uma diferença de 1 ponto percentual sobre uma base pequena não
é a mesma coisa que 1 ponto sobre uma base grande.